Quero ser um CDF
Uma carta do fundador

Quem decide a sua escala não é melhor médico que você.

Ele só entende uma coisa que ninguém te ensinou. Assista.

▶ Aperte o play. Vale os próximos minutos.

Capítulo 1 · O médico mais inseguro do plantão

Meu nome é Guilherme Garlipp. Sou médico, gestor em saúde e fundador da Medicina Executiva, a Escola de Gestão em Saúde. Mas em 2016, eu era só o médico mais inseguro do plantão.

Início de carreira, plantonista
TODO ano · TODO lugar · TODO cargo

Eu tinha acabado de me formar. A convite de um amigo, larguei o interior e vim para São Paulo. Meus primeiros plantões foram tão intensos que eu tomava propranolol para segurar a ansiedade e baixar a pressão que eu sentia por dentro.

Ao meu redor, só metas e indicadores que eu não entendia. Para mim, aquilo era só um jeito de agradar o paciente. A fila tinha que ser menor que 45 minutos. Eu ganhava mais se atendesse mais de 53 pacientes em 12 horas. E podia ser trocado se não atendesse.

Cheguei a fazer 100 horas de plantão por semana até ficar bom naquilo.

E quem já viveu isso sabe: não existe corpo, cabeça e alma que aguentem.
Capítulo 2 · Tiraram-me da zona de conforto
Emergência, porta do pronto-socorro
TODO ano · TODO lugar · TODO cargo

Poucos meses depois, um diretor me chamou na sala dele. Queria me tirar da porta e me colocar na emergência. Parecia ótimo. Mas eu não tinha experiência. Fiquei com medo, e mesmo assim aceitei.

Passei a receber os pacientes mais graves e ainda a responder pela burocracia de todas as internações da porta. Fiz o plantão inteiro sem piscar, com as minhas notas de referência abertas o tempo todo, para não deixar passar nenhum detalhe.

Por meses aquilo virou rotina. Até o dia em que a régua mudou.

Capítulo 3 · Quatro coisinhas que me tornaram referência
Plantão
TODO ano · TODO lugar · TODO cargo

Alguém decidiu que todos os eletrocardiogramas da triagem passariam a ser vistos na hora pelo médico da porta. Uma triagem dentro da triagem. Todo mundo tinha medo de carimbar um ECG e deixar passar um infarto, uma arritmia, um bloqueio. Eu também tinha.

Mas eu fiz uma escolha. Recebi bem a enfermagem, deixei a porta do meu consultório aberta para eles, vi todos os ECGs e criei um método de verificação só meu. Uma ordem simples: sinusal ou não sinusal, taqui ou bradi, supra ou infra, BRE, PQ.

Quatro coisinhas que me deixaram craque em ler ECG em segundos, sem frescura, e dizer na hora para onde cada paciente ia.

Eu já tinha a confiança do diretor. Agora eu tinha a confiança de quem mais importava: a equipe.

E foi a equipe, antes mesmo da diretoria, que me empurrou para o próximo degrau. Em seis meses, nova conversa na sala do diretor, e o convite para coordenar o pronto-socorro.

Capítulo 4 · O erro que quase me travou (e que talvez seja o seu)

Aqui começa a parte que interessa para você. Na coordenação, eu não conseguia sair da assistência. Ficava 10% no estratégico, sempre dependendo do OK de um superior, e 90% apagando incêndio, achando que só eu podia resolver cada coisa. Eu "tocava ficha".

Não deu certo. Eu precisava ser tão prático quanto tinha sido com o ECG, só que numa escala muito maior. A virada veio quando assumi a coordenação noturna de outra unidade, das 19h às 7h, de segunda a sexta.

Mapeamento e estratégia no quadro
TODO ano · TODO lugar · TODO cargo

Eu recebia mais de 30 chamados por noite, de dez andares acima de mim. Prescrição, exame, familiar querendo conversar, paciente reclamando. Era um inferno. Então eu fiz o que ninguém estava fazendo: mapeei tudo. Cada chamado, cada horário, cada setor, cada pessoa, cada demanda.

Passei a varrer as demandas antes que me chamassem. Andar por andar, ajustava as prescrições, pedia os exames que faltavam, alinhava as conversas com as famílias, cuidava dos pacientes em finitude.

Reduzi os chamados noturnos em 90%. Eu ganhei tempo e o hospital ganhou giro de leito.

Resultado: promovido a vice-diretor do pronto-socorro.

Capítulo 5 · Quando eu entendi que não dava para fazer sozinho

Foi aqui que a minha cabeça mudou de verdade. Eu não podia mais acreditar que precisava entrar na operação para as coisas andarem. O meu trabalho passou a ser fazer com que cada pessoa entendesse o que precisava entregar.

Só que faltava uma peça. Alguém pensa como eu? Eu não sabia. Então como formar gente tão boa quanto eu para decidir e criar fluxos que dessem resultado? A resposta foi treinamento.

A equipe formada
TODO ano · TODO lugar · TODO cargo

Escolhi alguns médicos da porta, conversei com cada um a sós, selecionei cinco e coloquei cada um como aprendiz de coordenação, um dia por semana, ao lado do coordenador. A missão deles era garantir a energia e a entrega do PS com a menor interferência possível na assistência.

Em pouco tempo eu tinha seis pessoas prontas para assumir o meu lugar, e o PS no melhor padrão.
Capítulo 6 · Da pandemia ao helicóptero

Veio outro convite: repetir o feito no pior PS da rede, agora como diretor. Aí chegou 2020. A pandemia. Que dureza, mas que oportunidade. A missão foi transformar um hospital inteiro em hospital dedicado à covid. Fluxos alinhados em menos de uma semana. Missão cumprida.

Pandemia
TODO ano · TODO lugar · TODO cargo
Expansão da rede
TODO ano · TODO lugar · TODO cargo

No mesmo ano, veio o desafio de expandir a rede para o Sul do Brasil. Diretor de expansão. Jato, helicóptero, viagem atrás de viagem. Era exatamente o que eu tinha imaginado lá em 2016. A diferença é que, em 2016, eu não fazia a menor ideia de como chegar até ali.

Capítulo 7 · O que realmente mudou tudo
Guilherme Garlipp hoje
TODO ano · TODO lugar · TODO cargo

Olhando para trás, o que me tirou do propranolol e me levou ao helicóptero não foram as minhas mãos de médico. Foram as minhas decisões de gestor.

O meu teto nunca esteve na quantidade de plantão que eu aguentava. O meu teto estava naquilo que ninguém tinha me ensinado na faculdade: como o dinheiro da saúde circula, o que cada modelo de negócio espera de você, e como decidir melhor, sempre em benefício do paciente.

Eu aprendi isso na marra. Foram cinco anos de tentativa e erro. Você não precisa levar cinco anos.
A verdade que vale para você também

As duas escolhas de todo médico

Deixa eu te falar uma coisa que vale para você, não só para mim. Existem só dois caminhos para um médico ganhar a vida. Ou você é dono do seu próprio negócio, ou você trabalha para alguém.

Sendo dono, é impossível ir longe sem entender de gestão. Trabalhando para alguém, é improvável crescer sem ela.

Nos dois caminhos, quem decide o seu teto é a gestão. A escolha é sua.
O método por trás disso

A carreira em gestão sobe por sete estágios

Tudo o que eu vivi tem nome e tem mapa. É o Pipeline de Liderança, adaptado do Ram Charan, um dos maiores conselheiros de gestão do mundo, para a realidade da saúde. Em cada degrau o jogo muda: muda o que se espera de você, como usa o seu tempo e o que conta como resultado. Quem tenta subir sem entender isso trava, exatamente como eu travei.

1

Cuidar do próprio trabalho clínico (gerir a si mesmo).

2

Coordenar uma equipe ou um plantão (começar a gerir pessoas).

3

Liderar outros coordenadores e líderes (gerir gestores).

4

Responder por um serviço ou função inteira, com meta e orçamento.

5

Responder pelo resultado de uma unidade ou negócio, de ponta a ponta.

6

Responder por várias unidades ou negócios ao mesmo tempo.

7

Responder pela organização inteira (a diretoria executiva, o C-level).

E, ao lado dos estágios, três domínios decidem o seu valor no mercado: o Comercial, o Financeiro e o Operacional. É esse mapa que eu queria ter tido em 2016. E é ele que eu coloquei dentro do CDF MEx.

O que é o CDF MEx

O clube que te leva da assistência à gestão

O CDF MEx é o clube da Medicina Executiva, a nossa Escola de Gestão em Saúde. O nome vem do chão de fábrica, o lugar onde a engrenagem realmente gira. E CDF é também aquele aluno estudioso, o que entende o jogo por dentro. É o que a gente quer que você seja.

Fazer parte é ter, todo dia, o que eu levei anos para juntar sozinho, e os detalhes que ninguém te conta antes de você aprender do jeito difícil:

Um trecho de três edições. É isto que chega a cada quinze dias.

Trecho da Edição 01 do Chão de Fábrica
Edição 01 · 23 jun 2026
Trecho da Edição 03 do Chão de Fábrica
Edição 03 · 29 jul 2026
Trecho da Edição 05 do Chão de Fábrica
Edição 05 · 25 ago 2026
A oferta

Um clube inteiro de gestão em saúde, o ano todo

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Com o CDF, e sem o CDF

Sem o CDF MEx

Você aprende na marra, como eu aprendi. Anos de tentativa e erro, dependendo do OK dos outros, com o teto de renda preso às horas do seu corpo, esperando alguém te ensinar o que a faculdade não ensinou.

Com o CDF MEx

Você recebe o mapa pronto, o apoio diário no WhatsApp, a leitura do mercado toda semana e uma comunidade que te puxa para cima. Você começa a decidir como gestor desde já, sem pagar o preço de cinco anos de erro.

A promessa é simples

Você aprende gestão na prática, conhece as pessoas mais influentes da saúde, e conquista a sua vaga como auditor, coordenador, gerente, diretor ou executivo.

Perguntas que você deve estar se fazendo

Eu não tenho tempo.
A edição foi feita para quem vive no plantão: dá para ler em 12 a 15 minutos, e o Concierge te responde no WhatsApp quando você puder. O clube se encaixa na sua rotina, não o contrário.
Será que serve para mim, que só faço assistência?
Foi exatamente daí que eu saí. O Raio-X, que já vem incluso, te mostra o seu degrau atual e o seu maior gargalo logo na entrada.
Já sou gestor. Ganho alguma coisa?
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Vai ser genérico para a minha realidade?
O clube começa pelo seu gargalo, o que o Raio-X aponta. E o Concierge no WhatsApp responde à sua situação específica, a qualquer hora.
Isso me leva a uma vaga de verdade?
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Mas eu vou ser honesto com você: o Presente mostra onde você está. Quem te leva de fato para o outro lado é o clube.

Ninguém me ensinou o caminho. Hoje eu posso te entregar.

Em 2016, eu tomava propranolol para aguentar o plantão. Hoje eu posso te entregar esse caminho pronto, todo dia, por menos de um real.

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