Testosterona

A testosterona é responsável pelo comportamene de macho dos homens. É produzida nos testículos mas também pelas glândulas supra renais dos homens e das mulheres.

Tem efeitos androgênicos que formam os caracteres sexuais do homem (barba, pêlos, músculos, voz, etc) e efeitos catabólicos, reponsáveis pela força muscular, densidade e maturação óssea, espermatogênese, agressividade e comportamento de caçador. É produzida a partir do metabolismo do colesterol que se divide e se combina até o resultado final.

Quase toda a testosterona fica fortemente ligada a uma proteína SHBG e só 2% do seu total é livre para atuar no organismo. Sua produção se faz em resposta aos níveis de outros hormônios, LH e FSH da hipófise. No envelhecimento masculino ocorre uma diminuição natural da produção de testosterona, conhecida por andropausa.

A testosterona quando sofre ação da enzima 5 alfa redutase, forma a dihidrotestosterona responsável pela ação nos pêlos e na próstata. Quando sofre a ação da aromatase (presente na gordura dos obesos) forma o estradiol (hormônio feminino) responsável pela ação na massa óssea, na próstata, no sistema nervoso central e nas gorduras.

Homens idosos e obesos, além de terem a sua testosterona naturalmente diminuída, essa pouca testosterona ainda é transformada em estradiol. A testosterona tem receptores no cérebro e no coração e é fundamental para manter a densidade óssea e evitar a osteoporose. Participa do metabolismo das proteínas, ajuda a manter a massa muscular magra, ativa a produção dos glóbulos vermelhos do sangue e tem influência na manutenção do sistema imunológico.

Alguns trabalhos mostram que ajuda a controlar a glicemia no tratamento da diabetes e regula os níveis do HDL colesterol, o “bom” colesterol. A Sociedade Americana de Andrologia determina que "a terapia de reposição hormonal em homens idosos esta indicada quando existem sinais e sintomas sugestivos de hipogonadismo, confirmados por exames laboratoriais". Atualmente níveis menores que 300 ng/ml de testosterona total são considerados baixos.

Um trabalho publicado em 1999 pela revista "Circulation", mostrava que a injeção de testosterona em homens com doença coronariana, aumentava significativamente o diâmetro e o fluxo de sangue arterial nessas artérias do coração, e que homens com doença arterial coronariana tinham níveis mais baixos de testosterona livre e testosterona bio-disponível.

Outros trabalhos falam dos efeitos cardiovasculares da testosterona em homens hipogonádicos, em

http://heart.bmj.com/content/89/2/121.full
http://www.nature.com/aja/journal/v14/n3/full/aja201221a.html
http://www.cenegenicspost.com/archives/06ErnstRSchwarz-3.pdf
http://heart.bmj.com/content/89/2/121.full
http://www.nature.com/aja/journal/v14/n3/full/aja201221a.html
http://www.cenegenicspost.com/archives/06ErnstRSchwarz-3.pdf

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